Espelho

2019

Poliana Abritta

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“As pessoas não se importam em repassar fakenews”. A jornalista Poliana Abritta manifesta seu incômodo com a disseminação de notícias falsas e destaca os interesses envolvidos nessa prática.

Monique França

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A médica Monique França fala sobre o trabalho na favela do Jacarezinho (RJ) e denuncia a omissão do Estado e a incapacidade da classe em atender com dignidade as áreas periféricas.

Marcos Veras

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“É característica da minha carreira sair da zona de conforto”. O ator Marcos Veras revela o gosto pela diversidade que a profissão oferece e sua preferência por experimentar novos desafios.

Rodrigo Mendes

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“A piedade não resolve a desigualdade social”. Rodrigo Mendes reivindica uma determinação contínua por uma educação pública mais inclusiva para pessoas com deficiência.

Beto Chaves E Renato Martins

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“As armas não resolvem o problema”. Beto Chaves e Renato Martins, policial entrevistado e diretor de “Relatos do Front”, criticam uma segurança pública que se instituiu como negócio.

Bukassa Kabengele, Kabengele Munanga

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O antropólogo Kabengele Munanga e seu filho, o ator e cantor Bukassa Kabengele, falam da consciência e do diálogo como ferramentas de luta contra a realidade cruel que massacra o povo negro no Brasil.

Maíra Azevedo e Yuri Marçal

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“Podemos ser a voz de quem nunca pôde falar”. Maíra Azevedo e Yuri Marçal relatam suas lutas contra o silenciamento do povo negro e a preferência pelo espírito cômico que zomba do opressor.

Sebastião Oliveira

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“A favela é um celeiro de trabalho braçal para a alta sociedade”. Sebastião Oliveira comenta a falta de apoio a projetos sociais e a eficiência do tráfico em aliciar menores sem oportunidades.

Thalita Carauta

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A atriz Thalita Carauta relata ter entendido os limites impostos pela cor da sua pele ao começar na profissão e destaca tentar sempre trazer verdade em suas personagens, mesmo a partir da caricatura.

Viviana Santiago

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A professora Viviana Santiago se declara como sobrevivente de uma sociedade racista, destaca a dificuldade das pessoas em se reconhecerem como violentas e fala da sofisticação de estruturas segregacionistas.
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