Espelho

Abril 2019

Monja Coen

4,0 1 x
“Uma pessoa forte não discrimina”. A zen-budista Monja Coen destaca a sabedoria como fonte de cura para o sofrimento e valoriza a capacidade do ser humano e o poder da compaixão contra o preconceito.

Sophie Charlotte

3,0 2 x
Sophie Charlotte destaca sua sorte em interpretar as personagens que sonhou, a influência ancestral para seguir a carreira como atriz e o seu encantamento pelo trabalho construído com as mulheres que atuou.

Péricles

4,0 2 x
“Após o Exaltasamba, meu maior desejo era ser aceito”. O cantor Péricles manifesta seu temor pela frustração e relembra a falta de perspectiva e as dificuldades que enfrentou antes do sucesso.

Fátima Bernardes

4,0 3 x
A jornalista Fátima Bernardes defende a diversidade de vozes e temas na televisão aberta, sua relevância como espaço de reflexão e a necessidade de ouvirmos mais o que as pessoas têm a expressar.
Março 2019

Baco Exu do Blues

3,0 2 x
“Minha existência é luta negra”. O cantor, rapper e compositor Baco Exu do Blues abre a nova temporada do Espelho declarando guerra contra estereótipos que disseminam ideias racistas.
Setembro 2018

Augusto Cury E Nilton Bonder

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O escritor e psiquiatra Augusto Cury alerta para o adoecimento rápido e coletivo da humanidade. Lázaro Ramos recebe ainda o rabino Nilton Bonder, que debate sobre moralidade e transgressão.
Agosto 2018

Baby Do Brasil

3,0 8 x
“No primeiro jantar, parecia que a gente nunca tinha se separado”. Baby do Brasil revela os bastidores do retorno dos “Novos Baianos” e comenta o uso da fé como guia para tomar decisões.

Aderbal Freire Filho

3,0 16 x
“Tudo que tem ligação com a técnica será superado, o teatro não utiliza nenhuma”. O diretor Aderbal Freire Filho reflete sobre a arte teatral e revela seu estímulo para novos projetos.

Monica Iozzi

4,0 18 x
“Prefiro continuar acreditando nas pessoas e me decepcionando do que parar de acreditar”. A atriz Mônica Iozzi destaca a relevância de se posicionar em busca de uma sociedade com mais escuta e empatia.

Karol Conka

3,0 14 x
"Me senti uma bruxa mágica vendo machistas cantando meu som”. O “furacão” Karol Conka comenta as dificuldades de sua trajetória e a importância do local que ocupa no cenário musical.
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