Espelho

2018

Monica Iozzi

4,0 4 x
“Prefiro continuar acreditando nas pessoas e me decepcionando do que parar de acreditar”. A atriz Mônica Iozzi destaca a relevância de se posicionar em busca de uma sociedade com mais escuta e empatia.

Karol Conka

3,0 5 x
"Me senti uma bruxa mágica vendo machistas cantando meu som”. O “furacão” Karol Conka comenta as dificuldades de sua trajetória e a importância do local que ocupa no cenário musical.

Cláudio Prado

4,0 9 x
“As distopias dão ibope, as utopias não”. Cláudio Prado fala sobre a importância de propagar o otimismo e como as novas tecnologias são armas subversivas na luta contra sistemas opressores.

Robson Nunes

3,0 3 x
Robson Nunes lembra o início da carreira como ator e a imitação de Mano Brown que lhe rendeu seu primeiro papel no cinema. O intérprete discute ainda os padrões de beleza e sucesso para quem nasceu na periferia.

Bela Gil

3,0 4 x
Referência na discussão sobre alimentação saudável e consciente, a nutricionista e apresentadora de televisão Bela Gil comenta a dificuldade de mudar hábitos e discute a reforma agrária.

Cida Bento

4,0 11 x
Referência na luta contra a desigualdade, Cida Bento fala sobre o impacto da discriminação sobre as crianças, o potencial da diversidade e a importância de se apropriar da força de ser negro.

Maria Rita

4,0 7 x
“Não faço música porque eu gosto, faço música porque a minha sobrevivência depende disso”. Maria Rita comenta o processo de produção de seu novo disco e a descoberta de sua paixão por cantar.

Silvio Guindane

4,0 9 x
“Nós somos o veículo do nosso trabalho para dizer alguma coisa através das personagens”. Silvio Guindane fala sobre a importância de aprofundar o debate sobre o ser humano e sua trajetória como ator.

Leda Nagle

3,0 5 x
Lázaro Ramos recebe Leda Nagle. A jornalista fala sobre seu gosto por ouvir histórias, conta como a saída do “Sem Censura” a levou ao Youtube e a necessidade de reinvenção da profissão.

Nilza Barbosa

3,0 6 x
“No dia que as pessoas descobrirem que o outro é a fonte de felicidade, esse mundo muda”. A professora Nilza Barbosa fala sobre como notou a vocação para a docência e a importância da oportunidade.
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