O País do Cinema

Fevereiro 2020

Tinta Bruta

4,0 5 x
“A opressão é construída a partir do silêncio”. Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, diretores de “Tinta Bruta”, abordam o perigo da omissão perante diferentes tipos de violência.

Torre das Donzelas

1,5 6 x
Susanna Lira e Rita Sipahi, diretora e personagem de “Torre das Donzelas”, denunciam o processo de esquecimento em relação à repressão política no Brasil e destacam o direito à memória.

Fevereiros

4,0 4 x
Marcio Debellian e Diana Vasconcellos, diretor e roteirista de “Fevereiros”, detalham a obra que registrou a preparação da “Mangueira” em 2016, cujo enredo homenageou Maria Bethânia.
Janeiro 2020

Saudade

3,0 2 x
Paulo Caldas e Bárbara Cunha, diretores de “Saudade”, comentam o retrato aprofundado sobre o sentimento sentido pelos brasileiros e pelos indivíduos lusófonos que vivem longe de sua terra natal.

Aquarius

3,0 1 x
Kleber Mendonça Filho e Humberto Carrão, diretor e ator do filme “Aquarius”, comentam detalhes de roteiro e filmagem de umas das obras mais emblemáticas da década no cinema brasileiro.

Unicórnio

3,0 1 x
Eduardo Nunes e Mauro Pinheiro Jr., diretor e diretor de fotografia do filme “Unicórnio”, comentam a combinação harmoniosa entre o roteiro e o visual do registro baseado na obra de Hilda Hilst.

A Voz do Silêncio

3,0 1 x
André Ristum e Arlindo Lopes, diretor e ator em “A Voz do Silêncio”, comentam a escolha do roteiro em abordar problemas pessoais comuns das grandes cidades e negam que a proposta seja pessimista.
Dezembro 2019

Chacrinha - O Velho Guerreiro

4,0 3 x
Eduardo Sterblitch e Andrucha Waddington, ator e diretor de “Chacrinha - O Velho Guerreiro”, falam do papel de Stepan Nercessian para que as fases da vida do artista fossem retratadas com naturalidade.

Antes Que Eu Me Esqueça

3,0 2 x
José de Abreu e Danton Melo, pai e filho em “Antes Que Eu Me Esqueça”, revelam como se sentiram tocados pelo roteiro de Luísa Parnes e comentam o desrespeito com os idosos no Brasil.

Auto de Resistência

4,0 4 x
Natasha Neri e Ana Paula Oliveira, diretora e mãe de uma das vítimas de violência policial retratadas em “Auto de Resistência”, comentam a legitimação de mortes pela justiça no Brasil.
Arquivo