O País do Cinema

Janeiro 2019

Piedade

3,5 8 x
Andréia Horta recebe Cláudio Assis e Karen Harley, diretor e montadora de “Piedade”. Os convidados destacam o discurso denunciativo do filme e o declaram como uma carta para o futuro.

A Cidade Onde Envelheço

3,0 8 x
Andréia Horta recebe Marília Rocha e Luana Melgaço, diretora e produtora de “A Cidade Onde Envelheço”. As convidadas falam sobre o surgimento do roteiro e lembram os bastidores da filmagem.

Vermelho Russo

4,0 6 x
Martha Nowill e Maria Manoella, atrizes de “Vermelho Russo”, falam sobre construir um roteiro em que a fronteira entre ficção e realidade é muito tênue e o desafio de filmar teatro no cinema.
Dezembro 2018

Não Devore Meu Coração

4,0 9 x
Fabiula Nascimento promove um mergulho na história do cinema, entrevistando diretores, atores, produtores e técnicos para colocar em pauta uma abordagem crítica e informativa da produção nacional.

Educação Sentimental

3,0 3 x
Julio Bressane e Josie Antello, diretor e atriz de “Educação Sentimental”, revelam o papel central da dança na mensagem do filme e debatem a pouca valorização desse tipo de obra no Brasil.

As Duas Irenes

4,0 7 x
Fabio Meira e Isabela Torres, diretor e atriz de “As Duas Irenes”, revelam a influência da família do autor no roteiro e contam a curiosa história da protagonista que mudou o rumo de sua vida.

Motorrad

3,0 8 x
Vicente Amorim e Carla Salle, diretor e atriz de “Motorrad”, debatem o desafio de fazer um filme slasher no Brasil e revelam um contratempo com a intérprete que quase mudou o rumo das gravações.
Novembro 2018

Vinicius

3,0 8 x
Ricardo Blat e Miguel Faria Júnior, ator e diretor de “Vinicius”, comentam o mergulho na vida do poeta, destacam sua importância para o cinema e revelam as lições que tiveram no percurso.

Proibido Proibir

3,0 3 x
“A gente não pode esquecer os mortos”. Maria Flor e Jorge Durán, atriz e diretor de “Proibido Proibir”, comentam a contemporaneidade ainda maior da obra de 2007 nos dias atuais.

Café Com Canela

3,0 7 x
Glenda Nicácio e Ary Rosa, diretores de “Café com Canela”, manifestam a vontade de contar o cotidiano do Recôncavo Baiano e comentam o processo de criação que vai além da ficção.
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